
quando o meu sol nasce, ainda a madrugada está no adro.
quando o meu sol brilha, os meus poros são poemas de arco-íris.
quando o meu sol se esconde, os meus olhos ficam negro-azeitona.
quando o meu sol me encontra, todos os meus ponteiros dançam de uma incontida e indissolúvel primaveria.