Friday, 14 December 2007

velhos ritos intercontinentais

1808 - A Corte no Brasil é o nome da série de reportagens que a partir do dia 18 a TV Globo Portugal irá exibir assinalando os 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Brasil. Até 22 de Dezembro serão exibidos os cinco episódios, cuja produção foi coordenada pela GloboNews, foram enviadas duas equipas à França e Inglaterra que se reuniram, mais tarde, em Portugal. Os motivos da fuga da corte portuguesa e o seu contexto histórico e social e o perfil das principais figuras históricas deste acontecimento são alguns dos temas abordados.

repete-se o ciclo, nos nossos dias, com uma mais discreta mas não menos apaixonante chegada da "corte portuguesa" às terras da aparecida. novos tempos, velhos ritos.

Bienal do Livro inicia leva sobre bicentenário da família real no Brasil

Uma média de dois títulos por mês sobre o tema será lançado a partir de outubro.
Obras analisam impacto da instalação da corte de D. João 6º na então colônia.

O resgate da imagem de Dom João 6º deverá ser o primeiro resultado desta série de publicações, que cobrirá áreas como história, filosofia, artes plásticas, arquitetura, paisagismo, música, costumes, saúde e até gastronomia.

“Não podemos medir um estadista pela sua feiúra, ou por ser glutão ou ter maus hábitos”, diz o diplomata Alberto da Costa e Silva, membro da Academia Brasileira de Letras e presidente da Comissão Organizadora das Comemorações, que também participa do debate da Bienal.

“Dom João foi um dos poucos governantes brasileiros que alterou definitivamente a vida brasileira”, sustenta. “Pode-se dizer que, pelas condições do Brasil Colônia, isso não seria difícil, mas ele poderia não ter feito nada ou muito pouco”, diz Costa e Silva.

E enumera: “Dom João criou a Impressão Régia, a Escola Nacional de Belas Artes, a Biblioteca Nacional,o Jardim Botânico, a Escola Militar, o primeiro teatro e de várias outras instituições fundamentais”.“E quanto mais estudo a vida dele, mais estou convicto de que foi um precursor do chamado “político mineiro" tornado famoso por Juscelino Kubitschek, porque não foi apenas esperto, mas "marotíssimo”, completa Costa e Silva.

(imagem: D. João VI e Carlota Joaquina retratados pelo pintor Manuel Dias de Oliveira - Foto: Domínio Público)

2 comments:

candido.filho said...

Esse Dom João era um maroto. :P

joao said...

a candido viado...
era o q eu ia comentar!

euaheuaheuaheuahea

então: quanta "marotise" tem os joões, ã?